terça-feira, 15 de setembro de 2020
A desigualdade social no Brasil é um problema que a atinge grande parte da população brasileira, posto porem que nos últimos anos ela tenha diminuído.
As regiões mais sofridas com os problemas sociais são o Norte e o Nordeste do país; apresentam os piores do Brasil (Índice de Desenvolvimento Humano IDH's).
Resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2011) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontam a desigualdade social.
Assim, nos últimos anos 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões entraram na classe média. Entretanto, estima-se que 16 milhões de pessoas ainda permanecem na pobreza extrema. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as transferências do Programa Bolsa Família são responsáveis por 13% da redução da desigualdade no país.
(omissis)
Ainda que o Brasil esteja entre os dez países com o PIB mais alto, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.
Segundo relatório de ONU (2010) as principais causas da desigualdade social são os seguintes: falta de acesso à educação de qualidade; política fiscal injusta; baixos salários; dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.
Exemplos. Os maiores exemplos de desigualdade social no Brasil (cumpre agradecer à autora deste texto — a professora de história, Juliana Bezerra).
A desigualdade social no Brasil, marcada pela distribuição desigual de renda, é evidente. Basta uma simples observação sobre a sociedade em que vivemos:
1. Favelização
O cenário habitacional é um forte indício da condição de desigualdade. O aglomerado de casas, em grande parte construídas nos morros, contrasta com as mansões e as casas em condomínios fechados.
Muitas vezes localizam-se muito próximas umas às outras, o que torna o contraste ainda mais chocante.
As favelas não passam por qualquer tipo de planejamento e as casas tendem a aumentar à medida que as famílias crescem.
Por outro lado, isso não acontece com as casas nobres, as quais são cuidadosamente projetadas.
2. Desigualdade alimentar
Há pessoas que não têm condições para comer o mínimo necessário. Muitos passam fome, decorrendo daí quadros de desnutrição e muitos casos de mortalidade infantil.
Acresce que a prioridade na hora de comprar os alimentos é dada aqueles que sustentam mais, embora nem sempre sejam os mais saudáveis.
Por outro lado, existe uma fatia da sociedade cuja quantidade e, especialmente, a qualidade dos alimentos, é garantida diariamente.
3. Falta de saneamento básico
A realidade da falta de esgoto sanitário, do tratamento de distribuição de água, entre outros, infelizmente ainda faz parte do cotidiano de milhares de brasileiros.
Sujeitas a uma série de doenças, a falta de saneamento básico pode levar pessoas à morte. Esse é um problema presente nas periferias e mais evidente na região norte do Brasil, mas que passa ao lado da classe alta brasileira, em cujos locais habitados e frequentados estão garantidos o tratamento dos esgotos e a coleta do lixo.
4. Ensino de baixa qualidade
O acesso às escolas públicas é usufruído pelos que têm menos possibilidades. Isso porque quem pode dispensa o ensino oferecido pelo Estado, cuja condições são muitas vezes precárias, e investe nas escolas pagas.
A diferença é marcada pelos salários dos professores, muito superior na rede particular, o que se traduz no incentivo para dar aula. Além disso, a infraestrutura e os materiais disponibilizados nas escolas privadas reforçam as diferenças entre ambas as situações.
5. Menos formação
Além da diferença na qualidade do ensino, quem tem mais poder aquisitivo pode completar a educação acadêmica aderindo a cursos, muitas vezes de valor elevado.
Os cursos de aperfeiçoamento, bem como as experiências no exterior, são práticas comuns entre os mais favorecidos socialmente. Dos intercâmbios, eles também levam a oportunidade aprender uma segunda língua.
Melhor preparados, os mais favorecidos ultrapassam o nível dos que têm menos oportunidades, o que é mais uma prova de desigualdade social.
6. Desemprego
Depois de usufruir de um ensino melhor, os candidatos mais qualificados também podem aproveitar um leque de oportunidades de trabalho mais abrangente.
Apesar de não ser garantia para conseguir uma vaga no mercado de trabalho, quando não há muitas vagas, o diferencial é o fator de desempate.
Além das possibilidades aumentarem, é possível que o valor das remunerações para os mais qualificados também seja superior.
Enquanto isso, os menos qualificados fazem “bicos” para conseguir arcar com as despesas diárias.
7. Precariedade na saúde pública
Os mais pobres recorrem aos hospitais públicos, deparando com a falta de profissionais e outros.
A carência financeira pode ser tão grande que a falta de materiais e de medicamentos se torna uma realidade para as pessoas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Enquanto isso, os mais ricos recorrem aos hospitais privados ou clínicas. Neles a gestão de recursos geralmente é mais eficaz e há tecnologia para assistir a necessidade dos seus pacientes.
8. Precariedade no transporte público
Os meios de transporte também fazem a diferença na vida das pessoas com mais ou menos renda.
A alternativa dos mais carenciados é a utilização de transporte coletivo, muitas vezes, superlotado. Na maior parte do Brasil esse é um serviço ineficiente, principalmente porque não garante acesso a toda a população.
Os mais favorecidos recorrem ao seu próprio meio de transporte. Apesar do estresse do trânsito, eles podem planejar de forma mais independente os seus horários e percursos.
Garantem também o benefício de poder transportar suas coisas e ir sempre sentado, entre outros.
9. Falta de acesso à cultura
A população mais favorecida tem mais oportunidade para usufruir de uma variedade alargada de atividades. São exemplos viagens, concertos e visitas a museus e exposições.
Esses acessos, infelizmente, são restringidos a uma grande parte da população brasileira. Isso porque certas atividades têm um grande peso no orçamento de uma família e, assim, entram na lista das prioridades menores, que acabam não sendo usufruídas.
Acontece que essas atividades aumentam a qualidade de vida das pessoas, além de que alarga o seu nível cultural.
Decorrente, essencialmente, da má distribuição de renda, as consequências da desigualdade social no Brasil são observadas pela: favelização; pobreza; miséria; desemprego; desnutrição; marginalização; violência. [itálico nosso]
Estudiosos propõem soluções para o problema, dentre eles: aliar democracia com eficiência econômica e justiça social.
segunda-feira, 14 de setembro de 2020
Em memória do bispo emérito de São Félix do Araguaia https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2018-02/90-anos-dom-pedro-casaldaliga.html
https://www.google.com/search?q=fotos+da+cidade+de+sao+felix+do+araguaia+mt&oq=foto+de+S%C3%A3o+F%C3%A9lix+do+Araguaia&aqs=chrome.2.69i57j0l3.14337j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8
2) Países com menos desiguais. Os países menos desiguais em todo o mundo, conforme as medições do coeficiente de Gini, são Hungria (0,244), Dinamarca (0,247) e Japão (0,249). Em situação alarmante, além do Brasil e dos demais países mencionados, destacam-se a África do Sul (0,593) e a Namíbia (0,707). O Brasil está em 5º lugar em desigualdade, segundo a ONU: https://nacoesunidas.org/brasil-esta-entre-os-cinco-paises-mais-desiguais-diz-estudo-de-centro-da-onu/
3) Países com mais igualdade social (segundo medição do Gini).
São os seguintes: 1) Dinamarca: 24,7; 2) Japão: 24,9; 3) Suécia: 25,0; 4) República Checa: 25,4
4) Situação do Brasil — história; causas principais; o que fazer e como fazer para diminuir a desigualdade social
https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/desigualdade-social.htm
https://www.google.com/search?q=hist%C3%B3ria+da+desigualdade+social+no+brasil&oq=hist%C3%B3ria&aqs=chrome.1.69i57j69i59j0l3j46l3.6018j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8
algumas causas da desigualdade social que conhecemos atualmente, particularmente no Brasil são as seguintes: colonização feita pelos países europeus. Colonizaram diversos territórios e populações ao redor do mundo por meio da violência. O Brasil era uma colônia que visava apenas a exploração dos seus recursos naturais.
A enorme concentração de renda entre os ricos é uma das características mais marcantes do Brasil. Os números são assustadores: o 1% mais rico recebe quase 25% da renda nacional. Por isso, nada melhor do que contar a história da desigualdade nos últimos cem anos a partir do topo. Será que fomos sempre assim? (omissis) O Brasil seguiu uma trajetória muito diferente do “grande nivelamento” observado nos países ricos, conjugando estabilidade e mudança de um jeito particular. Embora nossa desigualdade seja alta desde o início do século passado, houve muitas idas e vindas, em geral abruptas, coincidindo com os grandes ciclos políticos do país. A análise desses padrões confirma: a desigualdade realmente é diferente quando vista de cima.
Jair Rodrigues https://www.youtube.com/watch?v=57Y09h1s2uE
Jair Rodrigues https://www.youtube.com/watch?v=bDvgZLs9mKw
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Geraldo Vandré https://www.youtube.com/watch?v=KdvsXn8oVPY
https://www.youtube.com/watch?v=KdvsXn8oVPY *
https://www.youtube.com/watch?v=wMJCK-Mk6f8
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https://www.youtube.com/watch?v=91ToL92eG5E
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https://www.youtube.com/watch?v=cTMvO5y9BXI
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https://www.youtube.com/watch?v=gIkNlSnTm2E
Etc....
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
BOEMIA, SAUDADES, ANELOS, POLÍTICA etc. (BRASIL)
https://www.youtube.com/watch?v=57Y09h1s2uE
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https://www.youtube.com/watch?v=bDvgZLs9mKw
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https://www.youtube.com/watch?v=KdvsXn8oVPY
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https://www.youtube.com/watch?v=wMJCK-Mk6f8
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https://www.youtube.com/watch?v=91ToL92eG5E
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https://www.youtube.com/watch?v=cTMvO5y9BXI
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https://www.youtube.com/watch?v=gIkNlSnTm2E
Etc....
Bom dia, prezado e velho amigo Emilio Palacios!
Li com a devida atenção todos os seus sonetos. Irei até ao fim de tudo porque quero sentir mais e mais o sabor da sua veia poética.
Já sabia eu que você tem notável gosto e talento nato para ser poeta, e mesmo assim, extasiado, vivi um profundo prazer com a sua leitura. Peço-lhe que continue escrevendo e publicando — será um regado para muito mais gente.
Agora falando sobre a minha vida pessoal: eu tinha algum problema psicológico desde os tempos do “juniorado” na Companhia de Jesus, de modo que me submeti a um bom teste de personalidade com profissional competente. Disse-me ele que a “cura” seria assim: longa, cara e de resultado incerto — percebi com clareza que Deus não me queria como sacerdote; tomei a firme decisão de sair da vida religiosa. Dois anos depois me casei com a Sonia; tivemos três filhas e um dois filhos. Formaram-se todos em estudos superiores: a mais velha é médica, a segunda é veterinária; a terceira formou-se em Direito, primeiro homem é delegado de polícia numa cidade perto de Santos e o terceiro, depois de estudar três anos na Inglaterra (Leeds), é professor de inglês no Rio de Janeiro.
Eu continuo estudando e escrevendo (espero que dentro de três meses suja publicado o meu quarto livro); os assuntos são filosofia, moral e direito.
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